Samuel morava na Igreja
Zezé : Bom dia
! Tudo legal com vocês ?
Emília : Bom dia!
Que bom estarmos aqui na igreja de novo !
Zezé : é ! a igreja é o melhor lugar para se ir no sábado de manhã
Emília : Porque,
Zezé, a igreja é tão importante ?
Zezé : Porque é
onde aprendemos sobre a palavra de Deus, e onde sabemos o que é o certo e o errado
Emília : Puxa!
Como é importante a igreja !
Zezé : Emília,
você sabia que havia um menino, chamado Samuel, que morou na igreja ?
Emília : morar na
igreja, que interessante !
Zezé : O Samuel
era bem pequeninho, da idade do Rodrigo, e sua mãe, que se chamava Ana,
deixou-o na Igreja, para servir ao Senhor Deus.
Emília : Que
história bonita ! Mas porque a sua mãe o deixou na igreja ?
Zezé : Porque
ela tinha prometido a Deus, que se tivesse um filho, deixaria no templo.
Emília : Como é
que você sabe destas coisas ?
Zezé : É que
está na Bíblia . O Samuel se tornou um dos maiores profetas de Deus de todos os
tempos
Emília : Zezé
quer dizer que a igreja, a casa de Deus, é um lugar para ser respeitado e amado
?
Zezé : sim !
Porque aqui se fazem orações, se louva a Deus, e o Espírito do Senhor está
presente, por isso não gritamos nem fazemos bagunça neste lugar
!
Emília : Puxa,
vocês viram, amiguinhos ? Deus está presente aqui, nesta igreja e temos que ter
respeito !
Zezé e Emília : Hei Hei Hei, Jesus é nosso rei !
Zezé e Emília (Cantando) : Somos os bonecos, sempre alegres a cantar, o amigo das
crianças, sempre a louvar
Tchau !
Meu conselho e aviso:
Quando trabalhamos com marionetes para evangelismo
infantil, o enfoque não deve ser a diversão, mas sim a transmissão do
conhecimento religioso através das histórias bíblicas ou histórias de fundo
moral.
Nunca a diversão pura e simples.
É mais um instrumento de ensino que pode e deve,
quando possível, ser bem utilizado para o fim de evangelismo e que pode tocar o
coração de crianças que, de outro modo não seriam atingidas.
Se você tiver mais trabalhos para repartir com os
visitantes do site, peço que envie para celinhaferrarez@hotmail.com
Obrigada.
Com amor, Tia Celinha