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Ilustração
O
pastor John Ortberg narra a história do presidente de uma grande companhia
que, em certa ocasião, demonstrou ser muito orgulhoso. Uma vez, ao sair da
loja de conveniência em um posto de gasolina, notou que a esposa conversava
animadamente com o frentista que os atendia. De volta à estrada, a mulher
explicou que conhecia o frentista. “Na verdade”, ela disse, “nós namoramos
por alguns anos.”
Após um longo silêncio, o marido brincou: “Aposto que sei em que você está
pensando. Aposto que está achando que é muito sortuda por ter se casado
comigo, o presidente
de uma grande companhia, e não
com o frentista de um posto de gasolina.”
“Errou”, a mulher respondeu, “na verdade, estava pensando que se tivesse me
casado com ele e
não com você, ele seria o presidente de uma
grande companhia, e você estaria trabalhando no posto.”
Uma outra história engraçada que nos faz pensar sobre a tolice de ser
orgulhoso, conta a respeito de Richard Daley, um prefeito excêntrico que
administrou a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, por 21 anos. Ele tinha a
reputação de ser um chefe do tipo “buldogue”. Certa vez, o escritor de seus
discursos aproximou-se dele e pediu um aumen to de salário. A resposta de
Daley foi: “Não vou lhe dar nem um centavo a mais. Você já recebe mais do que
o suficiente. Você já deveria se dar por satisfeito por trabalhar para um
grande herói americano como eu.”
Duas semanas mais tarde, Daley fez um discurso em homenagem aos veteranos de
guerra no Dia dos Veteranos. Famoso por não ler os seus discursos com
antecedência, ali se encontrava ele, diante de uma platéia abarrotada de veteranos
de guerra e de repórteres. Ele falou eloqüentemente a respeito dos esquecidos
soldados. Discursou como o mundo rejeitou aquele grupo tão importante. A
platéia ouvia fascinada.
“Mas eu me importo. E hoje, proponho um programa de 17 etapas que atingirá a
nação inteira, todos os estados e todas as cidades, com o objetivo de cuidar
dos veteranos deste país.”
A essa altura, todos queriam saber o que o prefeito falaria em seguida.
(Daley estava especialmente interessado em descobrir!)
Virando a página, Daley leu: “Agora é com você, grande herói americano.”
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ENSINANDO
A HISTÓRIA
Uma Ponte
Para a História
Em suas próprias palavras,
compartilhe o seguinte:
Dentro de cada um de nós há uma grande ilusão: “Eu sou o máximo e hoje
sou o que sou por minha causa.” Essa é a doença do “eu”, que Lúcifer contraiu
enquanto ainda estava no Céu. Essa obsessão pelo “eu” explica como o pecado
começou. Preste atenção nas pretensões arrogantes de Satanás: “Subirei até o
céu e me sentarei no meu trono, acima das estrelas de Deus. Reinarei lá
longe, no Norte, no monte onde os deuses se reúnem. Subirei acima das nuvens
mais altas e serei como o Deus Altíssimo.” Isaías 14:13 e 14.
Essa foi a mesma atitude que o rei Roboão teve. Ao responder às súplicas do
povo pela diminuição dos impostos que haviam sido exigidos por seu pai, o rei
Salomão, Roboão declarou com insensatez: “O meu pai fez vocês carregarem
cargas pesadas; eu vou aumentar o peso ainda mais. Ele castigou vocês com
chicotes; eu vou surrá-los com correias.” 1 Reis 12:14. Roboão recusou adorar
o verdadeiro Deus e escolheu colocar seus próprios interesses acima de Deus.
Por essa razão, Roboão foi humilhado e a nação de Israel foi dividida em dois
remos.
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Aplicando a História
Antes
de Roboão responder à solicitação dos israelitas pela diminuição dos
impostos, ele buscou o conselho dos mais idosos e dos jovens. Os mais idosos
o aconselharam a reinar com bondade e diminuir os encargos exigidos do povo.
Os jovens o aconselharam a exercer sua autoridade suprema e aumentar os
impostos. Ellen White escreveu: “Inflado pela perspectiva de exercer suprema
autoridade, Roboão determinou desconsiderar o conselho dos homens mais idosos
do seu reino, e fazer dos jovens seus conselheiros.” — Profetas e Reis, págs. 89 e 90.
O
resultado foi devastador. Dez tribos de Israel se rebelaram e Roboão governou
apenas duas tribos de Israel. O que a história nos ensina a respeito da
pressão do grupo? De que maneira a história de Israel poderia ter sido
totalmente diferente se Roboão tivesse seguido o bom conselho dos homens mais
idosos?
Revise o papel
desempenhado por Adonirão em 1
Reis 12:18. Como você se sente quando o mensageiro é punido apenas por
entregar uma mensagem? Elien White chamou Adonirão de “embaixador da paz” que
“recebeu um tratamento que atestava dos sentimentos contra Roboão” (Profetas e Reis, p. 91).
De
que forma essa história se assemelha à história de Jesus? Compare com Isaías 53:1-7.
Compare o fim de Adonirão com a história de Semaías (2 Crônicas
11:1-4). Na sua opinião, por que você acha que as pessoas foram mais
receptivas à mensagem de Semaías do que à mensagem de Adonirão? O que isso
nos ensina a respeito da importância de dar ouvidos à verdade e adotar uma
visão de mundo que esteja ancorada na Palavra de Deus?
De que maneira as escolhas de Roboão poderiam ter sido diferentes se ele
tivesse seguido o conselho de Êxodo 20:3 e 4 e Mateus 6:19-21? Quais partes
desses versos são mais significativas para você e por quê?
Utilize as passa gens a seguir como
fontes alternativas relacionadas à lição desta semana: Salmo 135:15-18; Colossenses 3:5- 11; 1 João 4:1-3.
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Apresentando
o Contexto e o Cenário
1.
Herbert Lockyer apresentou o seguinte comentário inspirado a respeito da
história de Roboão:
“Que história diferente os judeus teriam se Roboão não tivesse seguido o
conselho negligente de seus conselheiros. Ao ir a Siquém, a cidade em que as
tribos do Norte se reuniam, para ser oficialmente coroado como o rei que
sucederia Salomão, o povo estava disposto a aceitar Roboão sob uma condição,
que ele diminuísse os encargos colocados sobre eles por Salomão. Essa justa
solicitação poderia ter sido atendida sem nenhuma hesitação... Mas Roboão
perdeu a oportunidade de ouro de sarar as chagas do medo e preservar a
unidade do povo de Deus...
“O primeiro ato de Roboão (2 Crônicas 12:1) foi cair em tamanha qidade que
foi castigado, juntamente com as duas tribos que governava, por meio de um
ataque dos egípcios. Houve um breve período de arrependimento, mas a
iniqüidade havia tomado conta (2 Crônicas 12:5 e 8). Assim nos despedimos de
Roboão, que se desviou demasiadamente dos caminhos de Deus, levando à ruína a
si mesmo e também o povo que governava. Ele perdeu a melhor parte de seu
reino e reduziu Israel como um todo a uma posição subordinada entre as
nações.” —All the Men ofthe Bible, pág.
285.
Diante de decisões importantes, para quem você pede conselhos? Como você
decide entre conselhos conflitantes? Se Roboão soubesse das conseqüências de
suas decisões, de que maneira você acha que o seu legado teria sido
diferente?
2. Na ocasião em que Roboão foi a Siquém (2 Crônicas 10:1), aquela cidade,
que estava localizada a quarenta e oito quilômetros de Jerusalém, era a sede
principal das tribos do Norte. Como profetizado por Aías (1 Reis 11:3 1 e 32), Jeroboão já havia
sido ungido rei das dez tribos do Norte (1 Reis 11:26-40). Somente as duas
tribos de Judá e Benjamim permaneceram leais à dinastia de Davi (2 Crônicas
11:3, 12 e 1
Crônicas 4:24-43). Mais tarde, essas duas tribos ficaram
conhecidas como nação de Judá.
3. De acordo com a Life Application
Bibie, o verso principal da história de Roboão é 2 Crônicas 12:1, que
diz: “Logo que Roboão firmou o seu poder como rei de Judá, ele e todo o seu
povo deixaram de obedecer à Lei de Deus, o Senhor.” Como conseqüência disso,
ocorreu a invasão de Sisaque (versículo 2). A invasão de Sisaque, fundador
ativo da vigésima segunda dinastia do Egito, foi confirmada pela lista
esculpida nos muros do templo de Amon em Karnak, com o nome das cidades palestinas
conquistadas por ele. A lista inclui a vitória sobre o reino de Israel do
Norte (até o Mar da Galiléia) e também Judá.
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Atividade
para aplicar o assunto aprendido à própria vida:
Meus ídolos
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Resumo
Roboão
fez escolhas insensatas e dolorosas em sua vida. As conseqüências de suas
decisões mancharam o seu legado e atingiram a nação de Israel, bem como todas
as gerações que se seguiram.
A essência do problema de Roboão foi o pecado da idolatria — a busca por
prazeres em vez de seguir os planos de Deus. Adorar um ídolo é a última coisa
que a maioria das pessoas jamais imaginariam estar fazendo. Porém, os ídolos
têm muitas formas. Ídolos mais poudos, mais brilhantes e mais sofisticados
têm substituído as estátuas primitivas. Porém, os resultados são os mesmos —
submissão dividida entre o que é sagrado e o que é secular.
Esta
lição nos oferece uma oportunidade de discutir francamente com os jovens a
respeito de como eles podem se manter no caminho certo ao lado de Deus,
apesar de todos os ídolos que clamam por nossa atenção. Tire vantagem dessa
chance de desafiá-los a desenvolver uma firme devoção a Deus.
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Dicas Para um Ensino de
Primeira Linha
Mostre...
e fale
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Deus não necessita
de nossas orações em prol dos nossos semelhantes, mas essa nossa atitude
demonstra confiança, fé e certeza de solução na Sabedoria divina. Inclua em
suas orações diárias, um pedido por alguém que você conhece. Com amor,
Tia Célia
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