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II. ENSINANDO A HISTÓRIA
Uma Ponte
Para a História
Pergunte aos alunos se alguém
encontrou a mesma resposta. Logo em seguida, comente, usando suas próprias
palavras:
Muitas vezes nossas soluções para os dilemas que enfrentamos na vida
não são tão criativas quanto a solução encontrada pelo candidato. Na maioria
das vezes, preocupamo-nos primeiro com nossos próprios interesses e
demonstramos pouca preocupação em como nossas decisões poderão afetar outras
pessoas. Quando nos colocamos no lugar dos outros, a solução encontrada
geralmente beneficia todos os lados. Pensar de maneira altruísta é a chave.
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Apresentando
o Contexto e o Cenário
1. A rejeição de Nabote ao pedido de
Acabe.
É
interessante notar a rejeição
persistente de Nabote ao pedido do rei Acabe, de comprar sua vinha. Podemos
sentir o pavor de Nabote na resposta que deu a Acabe: “Esta plantação de uvas
é uma herança dos meus antepassados. Deus me livre de entregá-la ao Senhor.”
I Reis 21:3. Nenhum homem poderia vender para sempre qualquer parte da
herança de seus pais. Ela poderia ser vendida ou hipotecada até o ano do
jubileu, ano em que a herança seria devolvida ao dono original, se não
tivesse sido resgatada antes desse período (ver Levítico 25:14-17, 25-28). O Comentário Adam Clark explica: “Acabe
provavelmente desejava que Nabote transferisse a sua vinha definitivamente
para ele, e isso era expressamente proibido pela lei de Deus. Assim, Nabote
não poderia, em conformidade com sua obediência a Deus, atender ao pedido do
rei. Foi altamente perverso da parte de Acabe tentar Nabote a vender sua
vinha, e o fato de cobiçá-la demonstra a depravação da alma de Acabe.”
Será que Deus Se aborrece menos com a ganância insaciável e o materialismo
que parece predominar nos dias de hoje? Por que você acha que Deus não parece
agir de maneira tão severa hoje contra os indivíduos gananciosos como Ele fez
no caso de Acabe? Como você explicaria o que aconteceu com Nabote? Afinal,
ele estava apenas defendendo seus direitos dados por Deus e, mesmo assim, foi
apedrejado até a morte.
2. A maldição contra Acabe.
A maldição proferida por Elias contra Acabe em 1 Reis 21:21-24 é idêntica à
maldição proferida contra Jeroboão e contra Baasa (ver 1 Reis 14:10, 11;
16:3, 4). Lemos em 1
Reis 21:27- 29, no entanto, que Acabe se humilhou perante Deus. Como
resultado, Deus explicou para Elias que “já que ele está fazendo isso, não
será durante a vida dele que vou trazer a desgraça que prometi. Será durante
a vida do filho dele que Eu vou fazer cair a desgraça sobre a familia de
Acabe”. 1 Reis 21:29.
Até mesmo um pequeno ato de arrependimento (como no caso de Acabe) leva Deus
a agir com misericórdia. O que essa demonstração da graça nos ensina a
respeito da natureza de Deus? Se Jezabel tivesse se arrependido de sua
maldade, você acha que Deus teria agido da mesma maneira com ela? Por quê?
3. O desgosto de Deus com Acazias.
Ellen White fez um comentário a respeito do
pecado de Acazias: “Deus tinha motivos para desgostar-Se ante a impiedade de
Acazias. Que não havia Ele feito para conquistar o coração do povo de Israel
e inspirar-lhes confiança em Si?... Fora um auxilio sempre presente a todos
que O buscavam em sinceridade. Contudo o rei de Israel, desviando-se agora de
Deus para suplicar ajuda ao pior inimigo de seu povo, proclamava aos pagãos
que tinha mais confiança nos seus ídolos do que no Deus do Céu. De igual maneira
homens e mulheres desonram-no quando tomam da Fonte de força e sabedoria para
solicitar auxilio ou conselho dos poderes das trevas. Se a ira de Deus foi
acesa pelo ato de Acazias, como considera Ele os que, tendo ainda maior luz,
escolhem adotar uma conduta semelhante?” — Profetas e Reis, p. 211 e 212.
De que maneira somos tentados hoje a procurar a sabedoria do mundo no lugar
da sabedoria que vem de Deus?
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Resumo
(extraído do livro de Kevin harney)
Um garotinho sentou no chão da sala das crianças na igreja com uma bola de
borracha vermelha embaixo de cada braço e três outras bolas presas contra o
chão e seus joelhinhos. Tentava proteger todas as cinco bolas das outras
crianças que se encontravam na escolinha. O problema era que ele não
conseguia segurar todas as cinco bolas de uma vez, e a bola próxima aos seus
pés encontrava-se especialmente fácil de ser roubada. Assim, sempre que uma
criança demonstrava interesse em brincar com uma das bolas, ele rosnava para
deixar bem claro que aqueles brinquedos eram só dele...
Por cerca de cinco minutos, aquele garotinho rosnou, fez cara feia e manteve
as outras crianças bem longe. Como um leão que protege os últimos restos de
sua caça, aquele “leãozinho” não estava disposto a compartilhar seus
brinquedos com ninguém. As outras crianças cercaram a “caça” como se fossem
urubus, procurando uma maneira de pular e roubar a bola sem serem atacadas ou
mordidas. Sinceramente, eu não sabia se ria ou chorava ao presenciar aquela
cena.
Foi então que me ocorreu: Aquele garotinho não estava se divertindo nenhum
pouco. A alegria não passava nem perto dele. Ele não só estava infeliz, mas
as outras crianças pareciam tristes também. O egoísmo daquele garotinho criou
um buraco negro que sugou toda a alegria da escolinha sabatina.
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