Programa de homenagem aos pais

 

Railda Wanessa de Souza

 

Particpantes:

 

- Locutor;

- Dirigente;

- Crianças;

- Adolescentes;

- Jovens;

- Adultos

 

 

O programa consiste em representar o ensaio de um programa para o dia dos pais. Os personagens vão entrar como para um ensaio, e em determinados momentos as cenas serão congeladas (ao toque de uma campainha) e então entra o locutor que irá conduzir os acontecimentos.

O programa deverá ser bem ensaiado para que o efeito (principalmente nas paralisações) seja percebido e entendido por quem assiste.

O locutor pode tomar posição de um lado do palco de maneira que quando os personagens entrarem em cena ele não precise recuar muito, chamando demais a atenção.

Os personagens devem ficar de frente para o auditório, como num arranjo de coristas.

A (o) dirigente deve ficar no centro, de costas para o auditório, e ao falar pode se movimentar no palco, virando de perfil para facilitar a audição de quem assiste. (Ela ou ele não podem ficar de frente para o auditório porque o programa consiste na narração de um ensaio do programa para o Dia dos Pais.)

(Entra o dirigente arrumando os bancos, preparando o ambiente para o ensaio que vai haver.)

 

Dirigente: Espero que todos cheguem no horário. Não podemos nos atrasar.

 

(Entram todos os componentes para o ensaio, naturalmente, bem descontraídos. Podem-se trocar diálogos entre alguns tipo: “bom dia”ou “boa noite”, (dirigente), “vamos nos apresentar de uniforme?”usar a criatividade, afinal isso representa um ensaio.

(Como havia sido mencionado pela dirigente, agora é apresentação das crianças.)

 

(Falar de cor)

 

Crianças: Papai, dizem que as crianças de hoje são muito mais independentes do que as de antigamente. Conversa! Elas podem ter mais informações , mais entretenimentos, mas toda emoção que o mundo de hoje pode oferecer não é, nem de perto, tão maravilhosa quanto sentir seu amor.

 

O nosso maior herói é e sempre será você, papai, não o super-homem.

 

Cantar uma música infantil para os pais tipo “papaizinho, queridinho...”)

 

Dirigente: Muito bem, ficou ótimo!

(Toque da campainha e todos ficam paralisados.)

 

Locutor: Para as crianças, os pais são heróis. E elas são exigentes. Elas querem muito mais do que brinquedos e televisão a cores. Elas querem um afago, um sorriso e todo amor que pudermos lhes dar. Para seu filho, muito mais importante que qualquer brinquedo do mundo é passar pelo menos uma boa parte de seu tempo a seu lado. Você é, sem dúvida, o melhor presente que seu filho pode desejar.

Assim, há certamente algumas características a serem destacadas nos pais. Vamos ouvir uma mãe, que já teve a experiência de acompanhar um relacionamento entre filhos, pais, famílias..., vejamos o que a D. (uma personagem mãe) tem a nos dizer.

 

(só o personagem indicado se levanta e anda descontraidamente ao centro explicando!)

 

Mãe: O pai sempre procura ser amigo, tem no coração a alegria de amparar um filho, de protegê-lo; ainda que o faça cada um a seu modo. Chora, ri, se entristece quando o mesmo acontece com o filho. Torna-se criança para brincar quando o filho ainda é pequeno. Torna-se juvenil para dialogar, se o filho ainda é jovem. E antes de tudo ensina o filho o caminho do Senhor.

 

(Toque da campainha e todos voltam ao normal.)

 

Dirigente: A pessoa vai recitar a poesia, decorou a poesia? Fale bem algo.

 

(POESIA SOBRE CARACTERISTICAS DO BOM PAI, SUGESTÃO: “DECLARAÇÃO”- VER NESTE LIVRO)

 

Dirigente: Hoje será nosso último ensaio. Vamos passar todo o programa sem interrupções, tal qual será a apresentação. Vamos fazer bonito para os nossos pais. Primeiro vamos orar (alguém fará a oração). Vou falar a ordem das apresentações para não perdermos tempo: as criancinhas, depois a poesia, o solo e por último a música que todos vão cantar.

 

(A ordem e os números de apresentações podem variar de acordo com o número de pessoas.)

 

(Toque da campainha e todos ficam paralisados.)

 

Locutor: (Entra em cena como se estivesse narrando uma história. Sua fala é dirigida para o auditório.)

 

E se nós parássemos o tempo um pouco. Eles (mostrando os personagens) estão preparando um programa para o dia dos pais, mas eu levanto para vocês algumas questões: Tudo bem que eles estão preocupados em apresentar o melhor para os pais, pois realmente eles merecem, mas... você não se pergunta: “POR QUE DIA DOS PAIS?” (compassadamente); “por que segundo domingo de agosto?”. Será que algum deles (mostrando para os personagens) sabe dizer como surgiu o Dia dos Pais? Vamos ver se (citar um dos personagens, por exemplo um jovem), pode nos explicar?

 

(Só o personagem indicado se levanta e anda descontraidamente até o centro explicando.)

 

Jovem: No ano de 1901, numa cidadezinha dos Estados Unidos, uma mulher chamada Sra. Drooce resolveu prestar uma homenagem a seu pai. Ela fazia isso porque queria retribuir a carinhosa educação que lhe dera. Num determinado dia, reunindo seus amigos, preparou uma surpresa para seus pais. A festa foi tão bem organizada e emocionante que, a partir daquele dia, todos que tinham comparecido à reunião resolveram homenagear não somente o pai da Sra. Drooce, mas a todos os pais da cidade.

A idéia causou grande efeito, pois, no ano seguinte, muitas pessoas começaram a organizar suas homenagens a seus pais.

Então, aos poucos se espalhou pelo mundo a idéia de se dedicar o segundo domingo de agosto aos pais.

No Brasil, há alguns anos, essa idéia vem tomando vulto, para a alegria de todos os filhos, que nesse dia podem demonstrar sua gratidão pelas vidas e pela sábia orientação recebida dos pais. Das criancinhas até os adultos.

 

(toque da campainha, todos voltam ao normal.)