Tomou o pão e o vinho

 

@m@dos,
Páscoa, momento de reflexão da libertação do Egito, dos fardos, da escravidão, da fome, da dor, da mágoa, da falta de esperança em dias melhores, da libertação do jugo do pecado através da ressurreição de Jesus!!!!
É hora de alegria, de júbilo em nossos corações, pois somente na ressurreição de Cristo temos a esperança de vida eterna.
Tomo a liberdade de repartir com vocês, para tua meditação, parte de um texto recebido de um amigo.
Abraço cheio de alegria pela ressurreição de Jesus!
CelinhaFerrarez

 

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"Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isso em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim" (1 Co 11:23-25)

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Dois dias antes da Páscoa, o Senhor disse aos discípulos que o Filho do Homem seria entregue para ser crucificado. Assim os principais sacerdotes e os anciãos do povo deliberaram prendê-Lo à traição e matá-Lo (Mt 26:2-4). Maria, por sua vez, antes da Páscoa, tomou a iniciativa de quebrar seu vaso de alabastro para ungir o Senhor com um precioso bálsamo, embora os discípulos considerassem sua oferta amorosa um grande desperdício. Ela experimentou o quebrantamento e aproveitou para derramar sobre Ele o que de melhor possuía. Judas, ao contrário, propôs entregar o Senhor às autoridades, vendendo-O por trinta moedas de prata. Nessas duas ações opostas vemos dois tipos de pessoas: os que amam e os que traem o Senhor.

Os discípulos fizeram os preparativos para celebrar a Páscoa, e o Senhor sentou-se à mesa com eles. Durante a ceia de celebração da Páscoa, o Senhor anunciou que um dentre eles O trairia. Judas, então, perguntou-Lhe: "Acaso, sou eu, Mestre? Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste" (v. 25). O Senhor deixou que a própria palavra de Judas o condenasse.

Depois que celebraram a Páscoa, o Senhor estabeleceu Sua ceia. Enquanto comiam, tomou um pão e o tendo abençoado, deu aos discípulos e disse: "Tomai, comei; isto é o meu corpo" (v. 26b). A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: "Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados" (vs. 27b-28). Horas mais tarde, como ocorria com o cordeiro pascal, o Senhor Jesus também seria morto.
O Senhor Jesus e os discípulos primeiramente comeram a Páscoa, depois Ele estabeleceu Sua mesa com o pão e o cálice (Mt 26:20-28). O Senhor iria cumprir a prefiguração da Festa da Páscoa para ser a verdadeira Páscoa para nós (1 Co 5:7). O pão da mesa do Senhor é um símbolo que representa Seu corpo físico partido por nós na cruz para liberar-nos Sua vida. O sangue do Senhor Jesus nos redime de nossa condição caída e nos leva de volta à bênção plena de Deus. Ele tomou o cálice da amargura para que pudéssemos tomar o cálice da bênção (1 Co 10:16). Louvado seja o Senhor!